29 maio 2018

5 recomendações para tornar as empresas mais inovadoras Destaque

Portugal necessita de uma nova abordagem à inovação para passar a ser considerado mais do que apenas um “inovador moderado“, abaixo da média europeia, como foi considerado por um estudo recente da Comissão Europeia. Com esse objetivo, a COTEC Portugal associou-se à consultora EY para definir “Uma nova arquitetura da inovação empresarial em Portugal”, um relatório em que além de se rebaterem alguns “mitos” relacionados com a inovação também se fazem cinco recomendações para fomentar a cultura inovadora nas empresas.
 
Além de ser considerado, pelo European Innovation Scoreboard (EIS), um “inovador moderado” — o que não é brilhante numa escala dividida em “inovadores líderes, fortes, moderados e modestos”–, Portugal foi, também, considerado apenas o 31º país mais inovador do mundo num estudo publicado pela Universidade de Cornell, pelo INSEAD e pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual.
Os resultados não são famosos, sobretudo tendo em conta que um estudo da EY revelou que não falta em Portugal ambiente político, económico e regulamentar propício à inovação. Os principais desafios, contudo, estão ligados à qualificação dos recursos humanos (e a retenção dos quadros mais qualificados); o investimento das empresas em investigação e desenvolvimento (I&D), que é “muito dependente” do Estado; ao baixo grau de colaboração existente entre as empresas, o Estado, universidade e centros tecnológicos; e o baixo grau de maturidade tecnológica do mercado.

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